Capítulo 6: "A Arte Celestial"

Kembali ke Zaman Kuno Menjadi Orang yang Hidup Santai Tingkat Empat Lama 3218kata 2026-03-13 14:39:33

Os bolos, ao fim, não conseguiram ser vendidos.

Li Hang regressou a casa com o semblante carregado. Jamais lhe passara pela cabeça que, ao voltar à Antiguidade para tentar um pequeno negócio, acabaria, maldita seja, sendo alvo de alguns vadios. O que menos esperava era que esses mesmos vadios o seguissem de perto.

Naqueles tempos, tais sujeitos eram chamados de “youxia” ou “qingpi”, entre outras alcunhas, mas todos partilhavam um traço: eram insolentes e confiavam cegamente na força bruta! Por essa característica, tornavam-se, quase sempre, a maior fonte de instabilidade social da Antiguidade. Sob o jugo desses elementos desestabilizadores, transformavam-se na turba mais problemática de todas.

Li Hang compreendia bem isso. Por tal razão, empurrou o carrinho diretamente de volta para casa naquela tarde. Já que, por ora, nada poderia fazer, seria melhor dedicar-se a refinar alguns produtos químicos em casa. Assim, teria algo pronto quando surgisse outra oportunidade.

“Marido, por que regressaste tão cedo hoje...?” Ao ver que os bolos permaneciam intocados no carro, o semblante de Zhou Yurong alterou-se. Nada tinha sido vendido; isto significava um dia sem sustento.

“Hoje encontrei-me com alguns ‘qingpi’. Vieram exigir dinheiro; teu marido recusou-lhes!” Li Hang hesitou por um instante, mas expôs a razão.

“E que será de nós agora?” Zhou Yurong, logo, perdeu o norte. Recordava-se: não fosse por ter sido outrora maltratada por rufiões, jamais teria sido salva por Li Hang, tampouco se teria casado com ele. Agora, já casada, ter de enfrentar novamente tais indivíduos era para ela penoso e inquietante.

De qualquer modo, opor-se a eles era, sem dúvida, um ato insensato.

“Não te preocupes. Se insistirem, usarei outros meios!”

“Hahaha! Quero ver que meios um jovem letrado pretende usar contra nós!” Wang Dali avançou pelo portão principal, seguido por um punhado de brutamontes — homens rudes, habituados à labuta no cais